-
RMG - EP"O Melhor Grupo" [Download Gratuito]
RAPÚBLICA MUSIC GROUP EP "O MELHOR GRUPO"...
-
Adérito José - "Não Tem Pra Ninguém" Feat Keven 112
ASSISTA O CLIPE DA FAIXA "NÃO TEM PRA NINGUÉM"
-
Adérito José - Mixtape "A Recolha Vol.3" [Download Gratuito]
BAIXA AGORA A RECOLHA VOL.3 GRATUITO.
-
RMG - " Palha-Assada "Feat Ajotaaa e Célio Py Deus; [Download Track]
FAÇA O DOWNLOAD DA NOVA FAIXA DA RMG "Palha-Assada" Protagonizado Por AJOTAAA E CÉLIO PY DEUS...
-
Célio Py Deus - Mixtape "Deus Do Morro Bento Vol.6"
BAIXA AGORA A NOVA MIXTAPE DE CÉLIO PY DEUS
Camisolas Flow Hippies edição especial para todos os fãs da Phat Nation Entretenimento, a comercialização terá lugar na Maratona do Hip Hop, dias 16 & 17 de Novembro no Campo Polivalente do Golfe 2, eu e os meus Flow Hippies estaremos lá a representar o #Calemba2, quiçá o Município de Belas, venha celebrar o Hip Hop connosco, adquira a tua camisola e vibre com o Chyrah Chyzas e toda PNE.
Texto: Chyrah Chyzas
Abrir A Postagem »
Nome de Registo: Hélder Miguel Daniel de Sousa
Rapper, diretor e editor de imagens, Nascido ao 15 de Agosto de 1988 no bairro Marçal (Luanda-Angola)
Desde muito cedo foi influenciado a gostar de Hip-Hop (rap) pelo seu primo mais velho que fazia rap naquela época nos anos 90, começou a ouvir 2pac, Notorius, Bone Thugz and Harmony, Onyx, Snoop Dogg, Ssp, Black Company e muito mais.
A paixão de fazer rap começou quando ele e um grupo de colegas no festival de sua escola emitam SSP, ele fazendo-se passar por Big Nelo, gostou da sensação de estar enfrente a muita gente e demonstrar as suas habilidades, mesmo estando imitando alguém.
Nas pequenas rodas de Freestyle não conseguia entrar, e quando entra-se cantava versos de músicas consagradas. Tudo muda quando em 1999 vai estudar na escola Njinga M’band, ali a coisa era mais séria, rappers fortes e com grandes habilidades, motivado por Amoule (R.I.P) foi o seu primeiro mentor, mostrando e ensinando-lhe como deve entrar, estar e aguentar-se numa roda de Freestyle.
Ganhando habilidades forma o seu primeiro grupo Family Njinga, composta por rappers estudantes da mesma escola, foi apelidado por Black Monick A.K.A Nigga Hélder, já fazia rap de verdade, e detendo uma grande capacidade começa a gravar várias músicas em cassetes com o seu companheiro Vírus (DMV), Amadeu e Silas, isto no Marçal.
Em 2002 e convidado a fazer parte de uma colectânea de rappers, pelo Dj Revolution, na mesma foram convidados grandes nomes do Rap Street daquela altura como, MCK, D´mage Mc, Flow Masta, Chief K, Flechas, e muito mais.
Foi ali que conhece Fenómeno, que também fazia parte da colectânea, na época Fenómeno rapper e produtor residia em Portugal, trouxe alguns beats e mostrou a Hélder e Chief K, estavam a trabalhar para uma música que iria fazer parte da colectânea intitulada “Atenção Mcs”, produzida por Dj Revolution.
Fenómeno gostando do skill de Hélder formam o grupo BigFam e a produtora Fenomenal Produções com Indiro P e Subversivo, só que as coisas não andavam direito porque Fenómeno residia em Portugal, enquanto isto Hélder não parava, estava sempre em shows, Freestyle e Beefs.
Ajudado por Dj Mania, grava a sua música “Rico ou Pobre”, e começa a pensar em um single promocional.
Foi-lhe apresentado o programa Movie Maker, começa a editar imagens e fazendo pequenos vídeos caseiros e alguns slide shows.
Também foi B-Boy, formando o grupo Lil Dance composto por, Usher, Dmv seu companheiro de infância no rap, Asna e Edgar, o grupo foi um sucesso de dança, tendo contratos de dança com Nayara Maffia, Dani e Abdiel, e a grande estrela Anselmo Ralph e muito mais.
Mesmo dançando continuava a cantar, e a editar imagens, após um fracasso no médio (Puniv-Central) reprova no último ano, não conseguindo conciliar, estudo, dança, vídeos, deixa a dança e aposta sério na música e vídeo.
Muda-se para o Golfe 2 onde reside atualmente e aposta de verdade na música e vídeos, Conhece CMC, rapper e produtor da produtora Black ink, fechando um acordo de cuidar de todos os vídeos do mesmo cantor, e em troca, produções e direção de músicas. Vai muito longe disto que quando assustou já estava dentro da mesma produtora Black Ink, como cantor e diretor executivo de imagens da mesma produtora.
Possui várias músicas mais as de estreia são “Tó Kom Ilusão” e Minha preta, tendo produção de CMC, e participação do mesmo e Lil Kiss, não tendo ainda projeto de álbum mas sim várias mixtapes de introdução neste rap game.
Nigga Hélder – 1988/2011 (Descanse Em Paz)
Abrir A Postagem »
Dm-Edition, blog de entretenimento que vem já a um bom tempo ajudando os artistas (New School e não só) na divulgação das suas matérias. Hoje está com o projeto de uma Mixtape alusivo a 1 ano de Blog Online.
Para participares, é só enviares uma track (música) relacionada com o projeto “O Império do Movimento Vol.1” para o seguinte endereço: dmedition1@hotmail.com
Abrir A Postagem »
Alkappa aka André Lando Kixindo é um rapper Angolano (natural de Luanda) que iniciou a sua carreira em 2009. Quem motivou este rapper a cantar e a escrever foram os seus colegas do colégio. A sua primeira letra tinha o titulo de (Amizade) esta música ele escreveu especialmente para os seus colegas.
Infelizmente o rapper não gravou a música por falta de conhecimentos. Mas nesse mesmo ano o rapper, após adquirir conhecimento, decidiu então gravar uma música com o titulo (Eu Sou o Novo Livro do Hip Hop) depois de ter gravado esta música o rapper recebeu muita critica e conheceu vários rapper que já estavam no movimento a bastante tempo e que estavam disposto ajudá-lo.
Alkappa antes de ser rapper era escritor de poemas e versos nos anos 2006, 2007, 2008 e 2009. Ele escrevia para as meninas e depois de escrever os versos ele juntava todos eles num só papel em forma de fascículo e oferecia para as meninas na escola que ele frequentou.
No fim do ano de 2009 ele conhece os rappers Kandido Profeta, Killer Mc, Salmo Ciência e Koba que contribuíram para sua formação do rapper.
Alkappa depois de adquiri o conhecimento deste mostro rapper da sua rua decide gravar uma música com o rapper Kandido Profeta com o titulo “Evolução”. A música rendeu muitas ao rapper Alkappa, pois segundo a crítica, o rapper Kandido profeta se saiu bem melhor em relação a ele. As críticas incomodaram muito Alkappa que pensou em não reppar já que as criticas diziam que ele era fraco demais. Alkappa largou a tinta da caneta por alguns meses até quando o Koba Mc disse para ele a seguinte frase: “Tu não podes escrever música que qualquer um consegue escrever”. Esta frase funcionou como uma injeção de autoestima para Alkappa que decidiu então lançar um single para mostrar que ele não era o que as criticas diziam. O titulo do single chamava-se “Eu Não Sou o Que Teu Ponto de Vista Pensa”.
Ele começou a escrever novamente, mas desta vez levava de 2 à 3 meses para escrever porque não queria decepcionar Koba. Trancava-se no quarto durante muitas horas só para escrever uma música, até quando lançar sua música “Por trás do meu sorriso”. Esta música foi muito bem recebi por todos e os elogios o fizeram acreditar que poderia vencer como rapper. Em 2010 o rapper lança o seu single com o titulo “Eu não só o que teu ponto de vista pensa” os bloggers de rap Luso levantaram o polegar pelo trabalho que o Alkappa mostrou. Até hoje o Akappa escreve letras cool.
Defeito: Teimoso
O que mais detesta: Mentira
O que mais gostas de fazer: Ouvir música, passear e ir para escola
Qualidade: Obediente e trabalhador
Citação do seu dia a dia : Eu vou conseguir mesmo que você não me ajuda
És muito sentimental: sim
Tens medo da morte: Não , mas tenho medo de sabe o que vai a acontecer depois da minha morte
Cor favorita: Verde e preta
Prato favorito: Caldeirada
Consome álcool: Não
Cantores favorito: Flagelo urbano, Keita mayanda, Coral central das mãe da minha igreja ,Eminem, Irmã sofia, Projota, Erika, xeg, Salva terra , etc (rappers bons)
O que é que não conseguiste alcançar até agora: Desistir
Abrir A Postagem »
Ready Neutro é o nome artístico de Kieza Domingos um impulsionador da cultura Hip Hop desde o ano 2000 Todo seu envolvimento começou com Freestyle que o levou a obter notoriedade em campeonatos e eventos de rua ligados ao Hip hop . E assim, surgiu o Ready Bling que ganhou espaço nas ruas de Luanda, e se tornou destaque dentro do cenário musical propriamente no estilo Hip Hop, agradando a critica e o público amante do mesmo estilo. Hoje saberemos mais sobre esse que também é conhecido como #Rainho pelas ruas do bairro Rangel a fora.
R.A - Pra ti, que é o Hip Hop? Quais são as características que tu usas pra definir o mesmo?
R.N - Hip Hop é uma cultura composta por quatro elementos BREAK, MC, o DJ e o GRAFFITI.
As características que uso para defini-lo são as ações praticadas pelos quatro elementos, nesse caso eu me caracterizo cantando visto que sou um MC.
R.A - O Hip Hop não faz parte do quotidiano de boa parte dos angolanos. O que os artistas de hoje têm de diferente em relação aos artistas da geração passada que pode mudar isso na tua opinião?
R.N - Acho que, atualmente, O Hip Hop é o estilo mais consumido pelas sociedades em geral. E eu tenho a certeza que o Hip Hop está a ser mais consumido pelos angolanos agora. Outrora tínhamos um número limitado de cantores/grupos hoje temos mais diversidades no qual cada fã chega e escolhe o(s) seu (s); temos mais atividades mais interação também! Eu, pelo menos, com o apoio da nova tecnologia e acredito não ser o único, comecei a promover as minhas músicas através dos canais bluetooth e internet que foi/é uma grande ajuda para promover os trabalhos ajudando a chegar mais rápido aos ouvidos dos fãs coisa que as gerações passadas não tinham.
R.A - A tua música tem características muito urbanas, ou seja, muito dos temas retratam realidades violentas, existe algum prazer em falar dos acontecimentos das ruas?
R.N - Eu, pessoalmente, sinto um prazer enorme. Parecido com aquele da ejaculação… (risos).
Como eu sempre digo: eu venho do bairro, a minha realidade é outra e não obstante desse fato, eu não tenho motivo para estar a fantasiar a minha poesia ou o produto que ofereço aos meus ouvintes. Todo mundo sabe que o Ready Neutro é oriundo do bairro Rangel, sendo do Rangel eu vejo realidade diferente de muitos outros artistas e simplesmente eu narro o que está a minha volta; um pouco de violência, amor, paz, felicidade, atrofio e todo o resto que fazem parte do meu ciclo de vivência.
R.A - Dizes não fantasiar as tuas músicas com uma realidade inexistentes como fazem os outros Rappers. Tens visto muitos artistas a fantasiar realidades inexistentes?
R.N: Exato. Temos muitos artistas a cantar o que não vivem e acho que quanto mais fantasias mais difícil é cair na graça do povo. Tenho um exemplo concreto, hum... Não, passo esse exemplo! Só acho também que todos nós devíamos ser um pouco mais realistas nas nossas mensagens e pararmos comas fantasia se quisermos fantasiar vamos pegar um voo em Fevereiro rumo ao Rio de Janeiro.
R.A - Mas, há quem ganhe com fantasias e o Ready sabe disso….
R.N: Quando falo de fantasias é sobre os Rappers estarem a criar um mundo que está muito além do alcance deles e eu acho isso um pouco ridículo. Falarem de: Mansões, carros caros… Uma série de irrealidades!
R.A - Quais são os teus pensamentos quando estás a criar um tema?
R.N: Eu tenho uma forma muito diferente de criar os meus temas. Eu faço uma seleção de temas diversos, tenho um caderno de cinquenta títulos. Quando quero escrever, pego o caderno, escolho um título e desenvolvo. Há outras vezes, quando chego à casa um pouco alterada, com uma inspiração “Herbívora” correm-me vários pensamentos pela mente…
R.A - Qual é a história da Squarmoff gang e Krepson?
R.N: Squarmoff gang é o grupo mãe formado por onze elementos e dentro da Squarmoff temos outros grupos onde a Krepson é um deles formada pelo Raffix, Divino Magno e o Ready Neutro.
R.A - O que te motivou a trabalhar com “CMC”? Porquê o trabalho entre vocês chama-se “Mais Lucros”?
R.N: A maior motivação foi o fato de sermos irmão de alma, crescemos juntos e temos um nível de cumplicidade altíssimo. Estávamos em casa do mesmo a almoçar e surgiu à proposta da minha parte para fazermos uma Mixtape, o Ceezzy concordou na hora e fomos para o estúdio no mesmo dia gravar a primeira música o «Sobrecarga» a música teve uma boa adesão, um número de downloads considerável, daí demos vida ao projeto concluindo com dezasseis faixas.
Mais lucros por que, era uma altura que nós estávamos no hustle à procura de finanças visto que não somos herdeiros, estamos sempre a vender alguma coisa e a fazer algum business quando terminados os nossos deveres (escola/serviço) para angariar alguns fundos, vimos que o esse seria o titulo mais sensato.
R.A - E gerou lucros?
R.N: Gerou alguns, serviram para desfrutar com as blackianas do Rio de Janeiro, por que um dia depois da venda eu tive que viajar.
R.A - Umas das tuas Mixtapes mais populares é a “Rei dos Bandidos”, porquê esse titulo?
R.N: Esse título já me deu muitos problemas, as pessoas pensavam que eu era um bandido. Mas não, todo mundo sabe que o Ready é um menino de família, rei dos bandidos simplesmente porque na altura que tirei a Mixtape perdemos muitos bandidos aqui no bairro, bandidos que fizeram parte da minha vida. Tinham uma má conduta, mas eu lidava muito bem com eles, pessoas que eram assaltadas aqui no bairro e diziam ser meus amigos e as coisas lhes eram devolvidas. Foi numa altura que um bandido já falecido aqui da banda estava a dar no que falar e muitas pessoas apoiavam-se a mim por eu ser vizinho dele. Então, surgiu à ideia de fazer os Reis dos Bandidos, eu tinha uma boa relação com eles, até de comprar livros e oferecer embora eles usassem para fumar liamba (riso).
R.A – Tiveste alguma ligação com bandidagem, ou seja, também já infringiste as leis?
R.N: Não. Sempre fui um jovem calmo, sempre lidei com os jovens da minha banda por isso, já estive envolvido em muitos conflitos escolares principalmente na altura do Freestyle no Makarenko (Instituto Médio Industrial de Luanda) e alguns conflitos no bairro, mas nada que pudesse manchar a minha imagem perante os órgãos da lei.
R.A - Depois do grande sucesso que é a Mixtape efeito neutro, vem aí efeito da força, o que se pode esperar do mais recente trabalho?
R.N: Sem sombra de dúvidas será um trabalho monstruoso por conta da força cerebral, física e emocional que está a ser implementada por mim e pelo X3tremo Signo, vai ser a primeira Mixtape oficial, será totalmente angolana visto que estamos a usar beats originais, a será uma mais valia para o Hip Hop nacional com certeza por conta das da produção até às temáticas, a ideia é quebrar a opinião que muita gente tem relativamente à Mixtapes no que toca a composição, instrumentalização, masterização , etc. Essa Mixtape vem mostrar que também se fazem boas músicas e sucesso em beats angolanos. Quebrar essa opinião de que os Rappers angolanos só fazem sucessos em beats americanos.
R.A – Disseste que o «Efeito da Força» é um trabalho totalmente angolano. Em termos de produção, com que estás a trabalhar?
R.N: Estou a trabalhar com uma nova vaga de produtores. Os beats são maioritariamente do Mancha Beats, estou a trabalhar também com o Rafa Beats os dois são putos do Palanca e produzem muito bem! Tem beat do Camacho – irmão do cantor Lawilca. E mais algumas propostas que ainda estão sob analise.
R.A – Para quando o lançamento da Mixtape?
R.N: Não vou adiantar uma data, mas dizer que é para esse ano ainda. É prioridade dos trabalhos que estão para sair pela YEBBA Entertainment. Quero pedir aos meus fãs que aguardem que eu não vou vos decepcionar.
R.A - Palavras que não faltam na tua música são: Pussy, Kwanza, Weed... O que significam para ti tais palavras?
R.N: Significam muito porque fazem parte do meu quotidiano e agem como fonte de inspiração: Eu fumo Weed, não sou filho do Nandó, mas o Hustle tem estado a correr bem e tem caído muitos Kwanza e para completar as Blackianas não param de ligar…
R.A - Quanto ao projeto «Duplo Impacto» com o Francis? Podes adiantar o que vem nesse trabalho?
R.N: Devo dizer que é uma Mixtape que promete, porque o Francis é um óptimo rapper e impressiona em cada verso, e não fugindo a regra agradará todos os meus ouvintes e desde já pedir as nossas sinceras desculpas porque a Mixtape está mais atrasada que todos os períodos irregulares do mundo, mas ainda assim, ela já está pronta e só atrasou por causa do Ready Neutro. Mas sairá neste ano com certeza
R.A - Para ti, o que é necessário para crescer na carreira e como tens conseguido?
R.N: É necessário muita dedicação, empenho , certas doses de humildade, saber abdicar de certos prazeres para alcançar outros e mais importante: Ter uma família que nem a YEBBA ao meu lado. Tenho seguido por esse caminho e até agora só tive benefícios
R.A - Ultimamente fala-se muito em “Buzz”, o que é ter isso no Hip-Hop?
R.N – Buzz é uma palavra americana. É a expansão do nome do artista, e ter isso no Hip Hop é ter popularidade, é estar na ribalta e eu definitivamente estou cheio de Buzz.
R.A - O que há por trás dos artistas que alcançam o sucesso e dos que “batem na rocha”?
R.N: Existe muita relatividade nisso, há muitos artistas que batem na rocha e têm um bom produto, só não têm uma máquina de propaganda aceitável; assim como há muitos artistas que fazem sucesso e não cantam nenhum, têm um conjunto de músicas vazias! Então, só tenho a dizer que isso depende muito da propaganda que é feita do trabalho do músico.
R.A - Quem te inspira como músico?
R.N: Como disse anteriormente, a minha inspiração é o meu ciclo de vivencia, os acontecimentos do dia-dia, esses chamam muito a minha atenção e inspiram-me a escrever cada vez mais.
R.A- Generalizando os rapper e mcees, tanto a velha e a nova escola têm feito algo novo para o Hip-Hop Angolano na tua opinião?
R.N: Evidente que sim. Principalmente a nova escola que tem estado a mostrar o seu trabalho no que toca a artistas, produções musicais, realizações de espetáculos em prol do movimento e atividades culturais. Temos aí o MFC (Movimento Faz Cultura) que tem a colaboração direta dos Rappers para a realização de atividades beneficentes onde a nossa participação é evidenciada positivamente. Digo isso sem medo de errar, embora os recursos forem precários é verdade que a nova escola tem mostrado mais trabalho que a velha, embora alguns deles também insistam fazer pouco de nós…
R.A - O que se diz do relacionamento entre essas mesmas gerações? Há feedback, troca de impressões entre a velha e a nova escola Hip-Hop?
R.N: Acho que não há feedback algum. Estão mais separados que certos pais! E desta forma o movimento vai andando. Poderia ser o contrário; deveria haver mais ligação e só assim, unindo forças poderíamos fazer mais em nome do movimento.
R.A - Um assunto recorrente no Hip-Hop são as óbvias divisões entre Comercial e Underground. Onde o te encaixas e o que achas desse tipo de classificação aos Rappers?
R.N: Isso já existe desde os temos mais remotos do Hip Hop e acho que irá até ao fim do mundo que está próximo né! E eu digo sempre que não me encaixo em nenhuma dessas denominações. Sempre deixei claro isto. Nas minhas músicas, os meus ouvintes encontram o elevado nível de intelectualidade que não vejo nas músicas de muitos undergrounds que se contradizem nos seus versos e ainda dizem serem os mais conscientes. E conheço outros artistas que são Hip Hoppers e têm mensagens com muito, mas informação que certos Undergrounds que não adianta citar o nome.
R.A - Diante desta conclusão, posso presumir que te assumes como comercial?
R.N: Alguns dizem que sim, mas eu intitulo-me Hip Hopper, e chega uma altura que nós tornámos-nos comerciais quando vendemos as nossas obras ao público e eu não fujo a regra.
R.A - Falar de Pussy, Weed e Kwanza é ser Underground ou Comercial?
R.N: É a minha forma Hip Hop. Se explorares a fundo as minhas mixtapes, tu vais encontrar músicas que não me imaginavas a cantar! Músicas sobre reflexões profundas, retratos sociais profundos, só por isso é que eu prefiro não me enquadrar entre o Underground e o Comércio. Eu faço as pessoas dançarem, rir e refletir com a mesma intensidade. Não tenho nada contra o comércio e o underground, só não admito que certas pessoas rotulem a minha forma de mostrar o meu talento através do Hip Hop.
R.A - Ready, tens projetos como gravar um álbum de originais?
R.N: Estou a trabalhar no meu álbum de originais, intitulado: «Tudo em nome das ruas» pra muito breve. Só não tirei agora por causa de outras obras pendentes que tenho que são: «O Efeito da força, O Exagero e a Palavra de Honra» Mas, não tarda, o pessoal terá o álbum de originais de Ready Neutro com as mesmas características, não vamos mudar nem para tomar banho.
R.A - O que dizes a todos Rappers que querem crescer como artistas e chegarem ao teu nível de popularidade. Qual é a tua receita?
R.N: Devem trabalhar muito, como eu tenho feito todos os dias, atingindo novas metas e superando-me a cada obstáculo. Acreditem no vosso potencial porque a fé move montanhas, parem de lamber botas, lambam outras coisas, procurem manter-se informados, atualizados, não pisem ninguém porque as pessoas não são chão, aprendam a ouvir e resumindo: lutem pelo que acreditam.
R.A - P’ra terminar gostaria que me descrevesses aqui alguns dos itens que faltam ao Hip-Hop luso e que o tornariam numa cultura de rua completa, uma vez que para muitos ainda não seja…
R.N: No Hip Hop Luso, só se faz sentir a presença do MC não há espaço para os B-Boys e Graffiti writers, só agora que se nota alguma variedade de Dj’s, há carência de grandes espetáculos, premiações, e particularmente em Angola tem muito poucas oportunidades e tem piorado a cada dia. Mas como eu digo sempre: devemos criar alternativas e não esperar que o reconhecimento da mídia venha de mão beijada e trabalhar duro para que o Hip Hop luso seja cada vez mais conhecido e respeitado.
R.A - Ready, obrigado, foi uma honra entrevistar o Rainho e desejo-te mais sucesso pela frente.
Visitem: http://sweetclichee.blogspot.com
Abrir A Postagem »
A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear.
Quando a ameaça da Guerra Fria passou, ArphaNet tornou-se tão inútil que os militares já não a consideravam tão importante para mantê-la sob a sua guarda. Foi assim permitido o acesso aos cientistas que, mais tarde, cederam a rede para as universidades as quais, sucessivamente, passaram-na para as universidades de outros países, permitindo que pesquisadores domésticos a acessarem, até que mais de 5 milhões de pessoas já estavam conectadas com a rede e, para cada nascimento, mais 4 se conectavam com a imensa teia da comunicação mundial.
Nos dias de hoje, não é mais um luxo ou simples questão de opção uma pessoa utilizar e dominar o manuseio e serviços disponíveis na Internet, pois é considerada o maior sistema de comunicação desenvolvido pelo homem.
Com o surgimento da World Wide Web, esse meio foi enriquecido. O conteúdo da rede ficou mais atraente com a possibilidade de incorporar imagens e sons. Um novo sistema de localização de arquivos criou um ambiente em que cada informação tem um endereço único e pode ser encontrada por qualquer usuário da rede.
Em síntese, a Internet é um conjunto de redes de computadores interligadas que tem em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados possam usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial.
Histórico
Desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET.
Antes da ARPANET, já existia outra rede que ligava estes departamentos de pesquisa e as bases militares, mas como os EUA estavam em plena guerra fria, e toda a comunicação desta rede passava por um computador central que se encontrava no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável.
Se a antiga URSS resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, e esta comunicação entrava em colapso, tornando os Estados Unidos extremamente vulnerável a mais ataques.
A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um Back Bone que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ela ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível.
Nos anos 1970, as universidades e outras instituições que faziam trabalhos relativos à defesa tiveram permissão para se conectar à ARPANET. Em 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Os pesquisadores que mantinham a ARPANET estudaram como o crescimento alterou o modo como as pessoas usavam a rede. Anteriormente, os pesquisadores haviam presumido que manter a velocidade da ARPANET alta o suficiente seria o maior problema, mas na realidade a maior dificuldade se tornou a manutenção da comunicação entre os computadores (ou interoperação).
No final dos anos 1970, a ARPANET tinha crescido tanto que o seu protocolo de comutação de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP), tornou-se inadequado. Em um sistema de comutação de pacotes, os dados a serem comunicados são divididos em pequenas partes. Essas partes são identificadas de forma a mostrar de onde vieram e para onde devem ir, assim como os cartões-postais no sistema postal. Assim também como os cartões-postais, os pacotes possuem um tamanho máximo, e não são necessariamente confiáveis.
Os pacotes são enviados de um computador para outro até alcançarem o seu destino. Se algum deles for perdido, ele poderá ser reenviado pelo emissor original. Para eliminar retransmissões desnecessárias, o destinatário confirma o recebimento dos pacotes.
Depois de algumas pesquisas, a ARPANET mudou do NCP para um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido em UNIX. A maior vantagem do TCP/IP era que ele permitia (o que parecia ser na época) o crescimento praticamente ilimitado da rede, além de ser fácil de implementar em uma variedade de plataformas diferentes de hardware de computador.
Nesse momento, a Internet é composta de aproximadamente 50.000 redes internacionais, sendo que mais ou menos a metade delas nos Estados Unidos. A partir de julho de 1995, havia mais de 6 milhões de computadores permanentemente conectados à Internet, além de muitos sistemas portáteis e de desktop que ficavam online por apenas alguns momentos. (informações obtidas no Network Wizard Internet Domain Survey, http://www.nw.com).
Histórico da Internet no Brasil
A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Até hoje a RNP é o “backbone” principal e envolve instituições e centros de pesquisa (FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laboratórios, etc.
Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet.
Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao sector privado da Internet para exploração comercial da população brasileira.
A RNP fica responsável pela infra-estrutura básica de interconexão e informação em nível nacional, tendo controle do backbone (Coluna dorsal de uma rede, backbone representa a via principal de informações transferidas por uma rede, neste caso, a Internet).
O surgimento de um Mercado Comercial
No meio dos anos 80, havia um interesse suficiente em relação ao uso da Internet no sector de pesquisas, educacional e das comunidades de defesa, que justificava o estabelecimento de negócios para a fabricação de equipamentos especificamente para a implementação da Internet. Empresas tais como a Cisco Systems, a Proteon e, posteriormente, a Wellfleet (atualmente Bay Networks) e a 3Com, começaram a se interessar pela fabricação e venda de roteadores, o equivalente comercial dos gateways criados pela BNN nos primórdios da ARPANET. Só a Cisco já tornou-se um negócio de 1 bilhão de dólares.
A Internet está tendo um crescimento exponencial no número de redes, número de hosts e volume de tráfego.
Outro fator primordial que existe por trás do recente crescimento da Internet é a disponibilidade de novos serviços de diretório, indexação e pesquisa que ajudam os usuários a descobrir as informações de que precisam na imensa Internet. A maioria desses serviços surgiu em função dos esforços de pesquisa das universidades e evoluíram para serviços comerciais, entre os quais se incluem o WAIS (Wide Area Information Service), o Archie (criado no Canadá), o YAHOO, de Stanford, o The McKinley Group e o INFOSEEK, que são empresas privadas localizadas no Vale do Silício.
O novo Jeito de Vender
Este é um tema moderno e ao mesmo tempo tradicional envolvendo televendas e teleatendimento. A principal questão está centralizada na nova filosofia de percepção de compra eletrônica, na definição de um internauta e sua percepção de realização da compra através de um novo canal de comunicação, a Internet.
Para compreender a filosofia do comércio eletrônico é necessário entender o mecanismo de televendas e teleatendimento como sendo a primeira tentativa de venda “virtual” que surgiu no início da década de 80 e procura incorporar os seguintes conceitos:
1. Desmaterialização: substituição do movimento e contato físico por informação telefônica ou via catálogos e um contato virtual.
2. Desintermediação: eliminação de um ou mais intermediários na cadeia de venda do produto.
3. Grupo de afinidades: são produtos e serviços que possuem similaridades (em termo de divulgação e consumo) e que oferecem ao consumidor soluções apenas visuais, cujas características são inquestionáveis em termo de qualidade, preços e garantias.
Algumas empresas implementam o conceito e a infra-estrutura necessária para operar um centro de atendimento ao cliente, os chamados call-centers. Surgiram os sistemas de informação, os banco de dados, sistemas de telefonia com unidade de respostas audíveis, profissionais de teleatendimento e a interação entre comandos , dados e voz, que representa o ponto máximo de evolução do atendimento virtual.
Os recursos de telefonia integrados com sistemas de banco de dados aliados a uma filosofia de televendas proporcionam o início do comércio eletrônico que “acoplou” os recursos de Internet, home page, browser, servidor Web e provedor de acesso.
Este “mundo” virtual, com filosofias de consumo próprias ainda não claramente estabelecidas e compreendidas, envolve basicamente a facilidade de manipulação de um browser interrelacionando às necessidades do cliente e a oferta de produtos e serviços até a efetivação da compra segundo:
Learn: Como os clientes aprendem e adquirem informações gerais e institucionais sobre a empresa? São necessariamente informações correntes e consistentes, com foco e direcionamento nas necessidades dos usuários do browser.
Shop: Como os clientes consultam e escolhem as ofertas de produtos e serviços? São informações baseadas nas preferências do consumidor e na sequência de ações no browser, auxiliando o consumidor a tomar decisões.
Buy: Como os clientes efetivam as transações de compras? Trata-se da facilidade do consumidor de preencher um pedido de compra onde não existe a necessidade de um contato do tipo face a face. Essas transações são suportadas por múltiplas formas de pagamento, devendo ser ágil e livre de erros no processamento do pedido de compras.
Support: Como os clientes poderão ter um suporte técnico e um serviço de atendimento no pós-vendas? Neste caso, considera-se o atendimento 24 horas por 7 dias de vital importância, e também, toda a comunicação interativa (do tipo pergunta/resposta escrita), além de contar com uma organização de processos e profissionais que identificam um problema e encaminhamento da solução com agilidade.
Pontos Importantes do e-commerce
Merchandising – Qualquer varejista sabe que um produto bem apresentado sai mais rápido da prateleira. Na Web isso significa boas imagens, preços claros e informações completas dos produtos expostos. Também não se pode ignorar a localização dos produtos. Clientes entram nas lojas atraídos pelos produtos expostos na vitrine. Na Web, esses produtos ficam na primeira página.
Promoção - Os tradicionais anúncios em jornais, revistas ou televisão são substituídos por banners animados, e-mails ou promoções hot sell. Sempre anuncie produtos com apelo forte de venda. Então, é necessário preparar um plano de marketing e separar a verba para executá-lo.
Atendimento a Clientes - O processo de venda, virtual ou não, envolve várias etapas. Em cada uma delas há interação entre o consumidor e um funcionário da loja. Sendo assim é necessário estabelecer um canal de comunicação preciso, transparente e ágil. Caso contrário, os consumidores desaparecerão rapidamente.
Vendas – Para ter sucesso nas vendas, é necessária uma equipe de vendedores bem treinada e motivada. Na Web, isso pode ser feito com muito mais consistência e menos custo. Os produtos e serviços oferecidos devem apresentar informações detalhadas, bem como seus principais diferenciais em relação aos concorrentes, análises de jornalistas ou consumidores sobre sua qualidade e outras informações que possam ajudar o cliente a decidir a compra mais rapidamente.
Pagamento – Como a cultura de usar cartão de crédito pela Internet ainda é pouco disseminada no Brasil, é necessário oferecer formas de pagamento alternativas, como carteiras eletrônicas, depósitos identificados e cheque eletrônico pré-datado.
Pós-venda- Todo pós-venda deve estar disponível para consulta na Web, incluindo normas para troca ou devolução de produtos, dados cadastrais da rede de assistência técnica, perguntas e respostas mais frequentes e informativos periódicos por e-mail sobre novidades, lançamentos, etc.
Segurança – O ponto mais importante do comércio eletrônico. Qualquer pessoa tem medo de comprar algo com o cartão de crédito pela Web. Por isso, não poupar recursos de segurança para tirar essa preocupação de seus clientes, é um fator importante. Isso inclui a adoção do SSL e processos de encriptação de informações nas bases de dados e comunicar claramente os clientes sobre a segurança oferecida no site.
Estoque – Para ganhar eficiência nas vendas, é importante separar fisicamente o estoque dos produtos vendidos pela Web. Mesmo assim, o tratamento gerencial deve ser igual ao de um estoque normal, com informações precisas de giro, custo e tempo de reposição.
Logística – É necessário preparar-se para entregar produtos individualmente e com rapidez. E não esquecendo dos custos de transporte. Se forem muito altos, a empresa não terá clientes também.
Monitoramento - Manter sistemas de acompanhamento precisos e informatizados. Se a operação não for muito bem controlada, os custos com retrabalho de informações irão comer qualquer margem deixada pela venda dos produtos.
Fonte: Você Sabia
Abrir A Postagem »
Porquê 140 caracteres?
Na época do desenvolvimento do twitter, resolveram que as mensagens teriam o comportamento de SMS (Mensagens de celular), logo teriam 160 caracteres, porém 20 deles ficariam reservados para o nome de usuário de quem enviou a mensagem, logo sobram 140 caracteres para o restante do texto.
De onde veio o nome Twitter?
O nome original do twitter em fase de desenvolvimento era twttr, por causa da semelhança com o nome do Flickr. Posteriormente, para facilitar a pronuncia, foram adicionadas as vogais ao nome.
Quem são os criadores?
A empresa por traz do twitter chama-se Obvious Inc (também dona da Odeo) e foi Jack Dorsey o responsável por criar do projeto do Twitter, no que ele chamava de comunicação SMS entre pequenos grupos.
Primeiro rascunho do que viria a ser o Twitter.(img. acima)
Da onde veio o termo “baleiar”?
A famosa baleia responde a sua pergunta?
Números do Twitter
- 72,5% de todos os utilizadores aderiram durante os primeiros cinco meses de 2009
- 85,3% de todos os usuários do Twitter postam menos que um update/dia.
- 21% dos usuários nunca sequer fizeram uma atualização
- 93,6% dos twitteiros têm menos de 100 seguidores
- 5% dos usuários representam 75% de toda a atividade do sistema
- Mais de 50% de todas as atualizações são feitas a partir de ferramentas/programas. O TweetDeck é a alternativa mais popular, alcançando 19,7% das pessoas
- 53% do universo Twitter é representado por mulheres e 47% por homens
- O Brasil é o quinto país no ranking de usuários
Rapidinhas
- A primeira mensagem postada no twitter foi: “just setting up my twttr”
- Atualmente 43 pessoas trabalham na Twitter Inc
- A sede do Twitter fica em San Francisco na Bryant Street 539 no 4º andar.
- O Twitter foi desenvolvido utilizando Ruby On Rails
Fonte: Blog da Comunicação
Abrir A Postagem »
Salvaterra , é um daqueles rappers gramaticalmente laminado , com um vocabulário e acervo literário fantástico, uma elevação no discurso com o DNA do Mundo, Nokas, Rage Sense, Mayanda, Jimmy P e Valete.
Um Mestre De Cerimónia , é um porta-voz , um orador e para que a sua mensagem seja eficaz é necessário trabalhar no seu discurso , trabalhar o vocabulário e a retórica.
Esse acervo verbal e mental adquire-se nos Livros e Músicas. Um Rapper tem de ser um leitor assíduo e um consumidor permanente de vários gêneros musicais. Ecletismo musical e literário para elevar o seu discurso.
Em Angola , temos muitos rappers que odeiam livros e músicas. Completamente limitados nesses dois campos , focando-se apenas no básico e elementar. Temos muitos rappers com dificuldades em articular um pensamento , uma ideia , um protesto , pensam mal , escrevem mal e consequentemente acabam por falar mal.
Tem muito a ver com o nível de escolaridade de muitos rappers. Em Angola , 60% dos rappers frequentam o ensino básico , 20% no ensino médio e outros 20% com formação superior , Por isso temos essa falta de pedagogia nas nossas rimas , pela ausência de uma metodologia de ensino na hora da composição.
Se eu fosse um escritor normal terminaria aqui este pequeno texto , mas por ser paranormal , vou explicar o meu PONTO…
Não existe uma relação de causa e efeito entre sucesso acadêmico e sucesso artístico , não existe um nexo de casualidade entre salas de aulas e palcos. Para um Rapper , a escola é essencial mas não é o fundamental.
Os rappers estudam nas ruas [ filosofia da vida ] e transmitem isso em forma de Street Knowledge , cultivando o seu gosto pelos livros e músicas de forma alternativa sem necessidade de um programa institucional.
Com ruas dominadas por assuntos banais é inevitável termos rappers vulgares , as ruas fazem os rappers , não se trocam livros muito menos Cds de Kilapanga e Jazz nessas ruas.
Por isso temos ai esses putos todos a proclamarem-se Reis Do Undergroundz mas não saberem o que significa super-havit , balança comercial ou deficit orçamental , isso não se aprende apenas na escola , aprende-se também nas ruas mas só no momento em que os Rappers decidem ser auto-didactas , pesquisando e investigando.
Para terminar , quero felicitar o Cfkappa pela dedicação ao Liricismo , trabalhar versos e rimas como um verdadeiro poeta , ajudando os consumidores a crescer , aprendendo a falar e pensar.
Gosto muito de Rappers que saibam ler , escrever e falar…
Soba L.
Abrir A Postagem »
Você já percebeu que os Gatos sempre caem de pé?
Você não precisa fazer um teste, mas observe um gato caindo de algum local, ele sempre cai de pé. Isso se deve porque os gatos têm um senso de equilíbrio bastante apurado que lhes permite fazer movimentos rápidos e girar o corpo sobre as quatro patas.
O bichano realiza esse malabarismo contando com a grande sensibilidade dos receptores (estrutura interna do ouvido responsável pelo equilíbrio).
Afinal das contas, como o gato faz?
Isso tudo é permitido, através da fisiologia (o próprio sistema) do gato.
Sempre que o gato está em uma posição desconfortável, ocorre um aumento de pressão na região, funcionando como alerta, assim, essa “mensagem de alerta” é enviada para o sistema nervoso que manda vários sinais elétricos para o aparelho locomotor, em especial, os músculos.
Assim, os músculos, realizam uma série de movimentos instintivos que fazem o corpo do animal recuperar o equilíbrio.
Abrir A Postagem »
Arroto (nome vulgar para eructação), frequentemente acompanhada de som característico, ocorre quando gases do estômago são expelidos através da boca. É causada, em geral, pela liberação do ar engolido ou de dióxido de carbono produzido no estômago.
Embora a maior parte do ar deglutido, quando nos alimentamos ou engolimos saliva, seja absorvida pelo organismo, uma pequena quantidade desses gases precisa ser eliminada.
A eructação não costuma representar problema médico, mas merece atenção quando adquire caráter persistente.
Em diferentes culturas e épocas, arrotar à mesa pode ser sinal de boa ou má educação. Atualmente, o arroto pode ser sinal de má educação ou ainda de rebeldia.
Muitos outros mamíferos, como bovinos, cães e ovelhas também arrotam. No caso dos ruminantes, o gás expelido é realmente metano produzido como um subproduto do processo digestivo do animal. Organismos anaeróbicos, tais como Escherichia coli (E. coli) e arqueas metanogênicas produzir este efeito. Uma vaca média é pensado para emitem entre 542 litros (se localizado em uma granja) e 600 litros (se em um campo) de metano por dia através de arrotos e expiração, fazendo com que o gado cultivado comercialmente seja um dos principais contribuintes para o efeito estufa sendo que 95% deste gás é emitido através do arroto. Isso levou os cientistas da Comunidade Científica e Industrial Research Organisation de Perth, na Austrália, para desenvolver uma vacina anti-metano para minimizar o metano em arrotos do gado.
Um dos motivos que leva as vacas domesticadas a arrotar tanto, é porque os alimentos com que são muitas vezes alimentadas com que seu sistema digestivo não evoluíram ao processo, como milho e soja. Alguns agricultores têm reduzido arrotos em suas vacas, alimentando-os de alfafa e semente de linhaça, que estão mais próximas das gramíneas que haviam comido no estado selvagem, antes de serem domesticadas.
Em alguns animais, a falta de arrotar com sucesso pode ser fatal. Isto é particularmente comum entre os ruminantes domésticos que têm permissão para gorge no trevo primavera muito rico ou alfafa. A condição, conhecida como bloat é basicamente uma pressão elevada acumulação de gases gástricos e requer tratamento veterinário imediato, geralmente com a inserção de uma mangueira de borracha flexível para o esôfago ou, em casos extremos, a punção do lado do animal com um bisturi para expulsar a construir acima de gás.
Alguns peixes também são conhecidos para eliminar o ar de suas guelras, aqui o arroto é produzido pelo gás que está sendo expulso da bexiga de gás.
Fonte: Wikipédia
Abrir A Postagem »
Tranco a porta, ligo o rádio no máximo e oiço tocar a minha música preferida da Sade “The Moon and The Sky”. Sento-me na janela, acendo um cigarro e vejo o movimento dos carros 5 andares abaixo.
Esqueço que atrás da porta tem um mundo de merda, que me amarga só de pensar.
Começo a relaxar, sinto a nicotina a agir sobre meu corpo, sinto-me segura e em paz, começo a excluir todas as dores e pensamentos que me afligem, agora consigo até sentir o barulho pesado da minha respiração.
Lá em baixo, os carros passam no ritmo que o meu sangue corre nas veias.
Agora me sinto em sintonia com o ambiente. Oiço alguém bater na porta, bem longe e distante. Não me permito arranjar forças para levantar e ir atender. Na verdade, eu tenho medo de quem seja.
Talvez seja a dor ou a tristeza, quem sabe até um pouco da felicidade.
Não, Não é ela. Ela não vem. Há tempos que ela não vem. Mas nunca se sabe?
Esqueço dos carros, o cigarro queima até os meus dedos, sinto-me angustiada, confusa. Observo que voltei para o mesmo lugar, com os mesmos problemas, as mesmas dores, as mesmas saudades, o mesmo vazio. Ah, o Vazio. Agora ele aumenta ainda mais. E eu ali, sentada, imóvel, a ser engolida por ele.
O barulho cala-se. "Desistiu" - pensei.
Sopro as cinzas, mato o cigarro e desço dali.
E não se passaram mais que quinze minutos.
Maldita vida atrás da porta para a qual tenho que voltar.
Clica Aqui… Pra ler a segunda parte da Crónica!
Visite: www.sweetclichee.blogspot.com
Abrir A Postagem »
A Fat Soldiers depois de ter mandado para as ruas a música Terra Esquecida com objectivo de promover a Mixtape “Versos Negros”, vem agora com a faixa "Música de Lágrimas" como segundo single promocional da mesma mixtape. Um tema que aborda aspectos sobre os reais objectivos do grupo no movimento Hip Hop.
Encontrarão nesta faixa linhas como:
"Isso é música de lágrimas feita no underground
Reportar problemas, boy, é nossa missão
Carregar pra luz o q está na escuridão
levar a julgamento estes corruptos da nação..."
A música terá estreia mundial no dia 28 de Abril em exclusivo no www.cenasquecurto.net Fiquem atentos…
Paz e Luz para todos os soldados. Fat Soldiers até a Victória.
Abrir A Postagem »
Poderia ter feito mais cedo (na própria data) esse post a desejar “feliz aniversário” ao meu e vosso blog, mas como a rede da minha internet (Movicel) está a mostrar falhas já à 4 dias… Por isso aqui venho atrasado! Mas epah, FELIZ ANIVERSÁRIO para o Blog e espero que ele continue a ser a preferência.
“O Livro de Ponto”. ---> AJ BLOG
Abrir A Postagem »
Se conseguiu chegar até a primeira frase sem julgar o título pelo conteúdo, ou me xingar antes mesmo de ler, então receba os meus sinceros cumprimentos. Você é um óptimo leitor e humano. Tem se dito por aí para não julgar o livro pela capa, então é isso aí, agradeço por ter seguido esse conselho, e prometo que explico o meu ponto de vista nos parágrafos que se seguem.
O Hip Hop (movimento onde encontramos o RAP inserido) sempre foi caracterizado por ser um estilo de intervenção, onde os artistas várias vezes exprimem o seu descontentamento perante uma variedade de coisas (sejam elas mais globais que afectam a humanidade, ou tão pessoal que afecte a si), e também exprimem alegrias. Sempre foi comum ver "rappers" em disputa verbal com outros "colegas de profissão", sendo umas mais violentas que outras, mas sempre existiu, e falando num contexto mais angolano, vimos casos como Kalibrados vs. Mc Morte, Army Squad vs. Kalibrados, Ikonoklasta vs. Raftag, MCK vs. SSP, Dji Tafinha vs. Kid MC, e enfim, só para mencionar alguns. Não importa há quanto tempo você ouve Hip Hop angolano, mas se o faz há no mínimo 1 ano, já deve ter pelo menos ouvir falar de algum deles. O que quero com isso dizer é que hoje em dia, os fazedores de Hip Hop têm saído dos factores "normais" que os levam a ter um impacto verbal entre si, para procurar vivamente por alguma coisa para ter "beef". Descodificando ainda mais o que pretendo dizer é que ultimamente os rappers têm se importado com coisas demais que não têm nada a ver consigo, só para ter o que falar nas músicas (se calhar), ou para ter uns pares de aplausos a mais. Cada vez mais os rappers têm assumido uma posição de proteção talvez quase patriótica, mas doentia para com o Hip Hop; Sendo assim, os tais defensores agem como aqueles pais que querem saber de tudo sobre o filho, com quem vai sair, porquê, privar disso e aquilo, e exagerar às vezes. Existem imensos factores com que os rappers deviam se preocupar menos (só para não dizer NÃO METER O BEDELHO MESMO) pois são coisas que não os afectam diretamente, portanto não há motivos para se stressarem e fazer isso tema de música. Já foi novidade (e até engraçado) quando as primeiras pessoas cantaram sobre o fulano que mudou do Hip Hop para o Kuduro/Semba, do sicrano que vestiu calças que o apertam, do beltrano que fez ou deixou de fazer. As perguntas que eu faço são:
a) O facto de um artista mudar o estilo afecta diretamente a vossa carreira? Na minha opinião só deve afectar no sentido de te proporcionar assunto para escrever.
b) Será que vale a pena te esperneares porque um artista mudou de ideais e agora é o que ele sempre criticou? Que impacto tem isso sobre ti?
c) Alguém o pediu opinião sobre o erro que alguém cometeu? Não acha que é um assunto que essa pessoa deve tratar com Deus e a sua consciência sem intermediários que nada têm a ver com o assunto?
Pois é, infelizmente temos nos tornado cada vez mais "mesquinhos", criticando assuntos cada vez menos relevantes, colocando os nossos dedos em assuntos que não nos afectam diretamente nem mudam a nossa vida, e levando esses assuntos em músicas, quando podíamos muito bem ligar para o artista em questão e dizer: "Olá, tudo bom, não gostei das t-shirts que tens vestido ultimamente. Obrigado". Claro que para um bom entendedor, saberá que esse exemplo de frase foi propositado para fazer a menção sobre o que devíamos guardar só para nós e acabamos por desperdiçar 8 linhas a falar sobre. Acho que como rappers, devíamos nos preocupar com coisas mais relevantes, e se for irrelevante (uma vez que o Hip Hop é liberdade de expressão), que não precise ser um Bullying constante contra os outros fazedores de música.
Já inúmeras vezes presenciei discussões estilo Cristiano Ronaldo vs. Messi sobre o artista X, Y, Z que agora é chamado "falso" porque resolveu trocar de estilo musical. Acho que é das discussões mais populares nos dias de hoje, no mundo do Hip Hop angolano. Rappers são os únicos praticantes de música que simplesmente se sentem atordoados quando "um dos seus" pratica outros estilos musicais. Começa o alvoroço interminável. Aqui surge a pergunta: Será que é assim tão importante manter uma única identidade musical/artística?
E para o caso de Leonardo Da Vinci que tinha 1500 ofícios em vários ramos da arte? Deveríamos o ridicularizar também? Artistas "normais" de outros estilos costumam dar força ou se manter calados quando algo do género acontece.
Bruno M ficou kudurista. Houve algum beef do tipo: "Volta lá para o teu rap?". Puto Português canta Semba. Houveram beefs do tipo: "Abandonaste o Kuduro. Decida-te. És um falso" mas nós (rappers) somos os mais preocupados do mundo, que nos magoamos profundamente quando alguém varia as suas tendências musicais. Mais uma vez a pergunta: Será que é mesmo importante assumir um único estilo musical? No final do dia, quem vai enfrentar a vergonha de uma má escolha por mudar de estilo ou a glória pelo mesmo motivo não é o artista em questão? Ou somos nós?
Então, mais uma vez o meu apelo para nos preocuparmos apenas com o que é relevante e deixar as pessoas fazerem o que bem entenderem. Se fosse uma questão de preservar a "essência", não estaríamos a cantar em instrumentais Dirty South mas sim aqueles a estilo MC Hammer, Afrika Bambaata e Vanilla Ice.
Mais trabalho, menos fofoca.
@Cfkappa
Abrir A Postagem »